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Trabalhadores da Usina Solar de São Gonçalo protestam por direitos trabalhistas

Durante as manifestações, o Ministério Público do Trabalho (MPT/PI) esteve no canteiro de obras para intermediar as negociações.

09/09/2019 20h48Atualizado há 1 semana
Por: Redacao

Trabalhadores dispensados pela JBM Construtora, uma das empresas que participam da construção da Usina Solar São Gonçalo, interditaram o acesso ao canteiro de obras na última sexta-feira, 6 de setembro, em protesto à não observância de vários direitos trabalhistas. As informações é do portal corrente.

Eles estacionaram um caminhão na portaria de entrada da obra, impedindo o acesso dos trabalhadores de várias empresas que atuam no local. A cidade de São Gonçalo do Gurgueia amanheceu repleta de trabalhadores uniformisados, que não puderam acessar o local de trabalho e retornaram à sede do município.

Segundo os manifestantes, a empresa JBM Construtora teria encerrado suas atividades por divergências com a empresa contratante, a Tozzi, e os funcionários não teriam recebido as verbas indenizatórias, nem outros direitos trabalhistas. 

Durante as manifestações, o Ministério Público do Trabalho (MPT/PI) esteve no canteiro de obras para intermediar as negociações.

Uma reunião realizada na manhã desta segunda-feira (9), no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral do Piauí (SINTEPAV-PI) em Teresina, contou com a participação do Ministério Público do Trabalho e com representantes da Tozzi, a qual se comprometeu a pagar as verbas devida aos trabalhadores. "Estamos acompanhando para verificar se, de fato, ela cumprirá o acordo", declarou o procurador do Trabalho, Edno Carvalho Moura.

Ele relata ainda que a empresa deixou de pagar as verbas rescisórias, parte do salário de agosto, três meses de auxílio alimentaçao e deixou de recolher o FGTS. "Além desses direitos, ela terá que pagar também, a cada trabalhador, o aviso prévio e uma multa correspondente a um salário contratual pelo atraso no pagamento das verbas rescisórias", frisou.

Funcionários do canteiro de obras afimaram que, além da JBM, outras empresas também estariam com o auxílio alimentação em atraso.

Representantes da Tozzi e da JBM Construtora não quiseram se manifestar.

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